quinta-feira, 1 de setembro de 2016

EU

                   



Já fui gigante forte e vigorosa
Seduzi jovens, mudei suas direções
Incentivei revoltas, sonhos e revoluções                
Mudei as consciências ricas para o nada
Fui a poderosa imperatriz – mulher gelada

Minha vontade era lei, minha voz era a verdade
Todos me prestavam lealdade forte
Para não serem vítimas da minha crueldade
E evitarem ver precocemente a morte

Mas, passou-se o tempo, tudo acabou, enfim,
Hoje cabisbaixa e triste, me sinto pesarosa
De fazer da convivência realidade horrorosa
De fazer todo o desastre voltar-se para mim   

Hoje sou a casa velha que desmoronou
Sou o livro antigo que ninguém mais leu
Sou o fruto apetitoso que apodreceu
Tomado pelo fungo que em mim brotou

Agora no meu tempo de senilidade,
Açoitada pela brisa da verdade,
Em mim, ninguém mais hoje acredita
Confesso, fracassei, triste desdita,
Eu sou a IDEOLOGIA COMUNISTA!

quarta-feira, 10 de agosto de 2016


Democracia, corrupção e justiça: diálogos para um país melhor



Não deixe de assistir por inteiro este vídeo, clicando no link:



https://www.youtube.com/watch?v=Iq9AfjGxAR0

Transmitido ao vivo há 6 horas
O Instituto de Diálogos Constitucionais, vinculado ao UniCEUB, realiza palestra como tema: Democracia, corrupção e justiça: diálogos para um país melhor. Na ocasião, farão uso da palavra os ilustres palestrantes:

• Ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do IDCon;
• Professora Susan Rose-Ackerman, da Universidade de Yale;
• Procurador Deltan Dallagnol, do Ministério Público Federal (MPF);
• Professor Oscar Vilhena, da Fundação Getúlio Vargas (FGV/SP);
• Juiz federal Sérgio Moro, da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba;
• Ministro Carlos Ayres Britto, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do CBEC - Centro Brasileiro de Estudos Constitucionais.

O evento, idealizado pelo IDCon - Instituto de Diálogos Constitucionais, terá transmissão simultânea em diversos auditórios do UniCEUB e por este canal no Youtube a partir das 9 horas.

Democracia, corrupção e justiça: diálogos para um país melhor



Não deixe de assistir por inteiro este vídeo, clicando no link:



https://www.youtube.com/watch?v=Iq9AfjGxAR0

Transmitido ao vivo há 6 horas
O Instituto de Diálogos Constitucionais, vinculado ao UniCEUB, realiza palestra como tema: Democracia, corrupção e justiça: diálogos para um país melhor. Na ocasião, farão uso da palavra os ilustres palestrantes:

• Ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do IDCon;
• Professora Susan Rose-Ackerman, da Universidade de Yale;
• Procurador Deltan Dallagnol, do Ministério Público Federal (MPF);
• Professor Oscar Vilhena, da Fundação Getúlio Vargas (FGV/SP);
• Juiz federal Sérgio Moro, da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba;
• Ministro Carlos Ayres Britto, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do CBEC - Centro Brasileiro de Estudos Constitucionais.

O evento, idealizado pelo IDCon - Instituto de Diálogos Constitucionais, terá transmissão simultânea em diversos auditórios do UniCEUB e por este canal no Youtube a partir das 9 horas.

domingo, 15 de maio de 2016

Dia Histórico


“Socialismo X Capitalismo” Professor reprovou classe inteira !

Professor Economia
Professor Economia
Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.
Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.
O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e, portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.
Depois de calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.
O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”
1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
Fonte : Fonte desconhecida internet.

domingo, 8 de novembro de 2015

O psiquiatra Ednei Freitas analisa a cabeça de Lula: Esse tipo de psicopata é difícil de curar e o paciente não melhora na cadeia

06/11/2015
 às 21:50 \ Opinião

Num comentário publicado no blog Tribuna da Internet, o psiquiatra Ednei Freitas fez um diagnóstico da personalidade de Lula. Os exames informam que o ex-presidente é portador de um tipo de transtorno dificilmente curável. Outra notícia pouco animadora para o Brasil decente: os afetados por essa disfunção não saem da cadeia melhor do que entraram. Confira o parecer do doutor. (AN)  
Embora não seja uma prática usual um psiquiatra apresentar uma prática diagnóstica de um sujeito que não examinou pessoalmente nem a ele pediu exame, vou apresentar aqui o que penso ser a personalidade de Lula por se tratar de figura pública e que tem afetado os brasileiros por suas vigarices.
A antiga denominação do que tem o ex-presidente era Personalidade Psicopática. A classificação diagnóstica mudou. Hoje, na ONU, a CID-10 é chamado de Transtorno da Personalidade Anti-Social. A Associação Psiquiátrica Americana qualifica a DSM-IV-TR de Transtorno da Personalidade Dissocial.
O quadro clínico para esse tipo de psicopata é assim descrito:
“Os pacientes podem mostrar-se altivos e dignos de credibilidade ao entrevistador. Entretanto, sob a aparência (máscara de sanidade) existe tensão, hostilidade, irritabilidade e cólera. Entrevistas provocadoras de estresse, nas quais os pacientes são vigorosamente confrontados com inconsistências em suas histórias, podem ser necessárias para a revelação da patologia. Até mesmo os profissionais mais experientes já foram enganados por tais pacientes”.
Uma investigação diagnóstica completa deve incluir um exame neurológico minucioso, uma vez que esses pacientes costumam exibir eletroencefalogramas anormais e leves sinais neurológicos sugestivos de um dano cerebral mínimo na infância.
Os portadores da disfunção frequentemente apresentam um exterior normal e até mesmo agradável e cativante. Suas histórias, entretanto, revelam muitas áreas de funcionamento vital desordenado. Mentiras, faltas à escola, fugas de casa, furtos, brigas, promiscuidade com amantes e atividades ilegais são experiências típicas que, conforme relatos dos pacientes, começaram durante a infância. As personalidades anti-sociais frequentemente impressionam o clínico do sexo oposto com suas características exuberantes e sedutoras, mas os clínicos do mesmo sexo podem considerá-las manipuladoras e exigentes.
Os indivíduos com personalidade anti-social demonstram uma ausência de ansiedade ou depressão, o que pode aparecer incongruente com suas situações, e suas próprias explicações do comportamento anti-social fazem-no parecer algo impensado. Ameaças de suicídio e preocupações somáticas podem ser comuns. Ainda assim, o conteúdo mental do paciente revela uma completa ausência de delírios e outros sinais de comportamento irracional. De fato, eles frequentemente demonstram um senso de teste de realidade aumentado e impressionam os observadores por terem uma boa inteligência verbal.
Os pacientes com personalidade anti-social são altamente representados pelos chamados “vigaristas”. São exímios manipuladores e frequentemente capazes de convencer outros indivíduos a participar de esquemas que envolvam modos fáceis de obter dinheiro ou de adquirir fama e notoriedade, o que eventualmente pode levar os incautos à ruína financeira, embaraço social ou ambos.
Não falam a verdade e não se pode confiar neles para levar adiante qualquer projeto, ou aderir a qualquer padrão convencional de moralidade. Promiscuidade, abuso do cônjuge, abuso infantil e condução de veículos sob os efeitos do álcool são eventos comuns. Há ausência de remorso por tais ações, ou seja, tais pacientes parecem desprovidos de consciência.
As perspectivas de tratamento são sombrias. Os portadores desse transtorno são praticamente intratáveis. E a ressocialização penitenciária, quando presos, é nula.